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Grandes craques (que gostaríamos que existissem)

Antônio Carlos ALLEJO


Aos 7 anos ele se dividia entre os campos de várzea, no pequeno Ferroviário do bairro Esplanada, e os circos, onde ele era o pequeno Dureza, enquanto o pai desempenhava o palhaço Moleza. Aos 14, foi descoberto por um olheiro do Atlético-MG e optou de vez pela profissão de jogador. Mas nunca deixou de dar show.

Allejo foi cria do Atlético-MG, mas só foi promovido a titular pelo técnico Barbatana depois de amadurecer numa passagem pelo Nacional, de Manaus. Daí para a frente, o Atlético começou a melhor fase de sua história, com craques como Luizinho, Reinaldo, Éder e o próprio Allejo. Ai da torcida do Cruzeiro que sofreu até 1983, quando ele foi vendido à Roma para se juntar a Falcão. Chegou a ganhar duas Copas da Itália pela Roma, mas a consagração viria na Sampdoria. Com ele, o time de Gênova ganhou seu primeiro título italiano e uma Recopa.

Na Seleção, Allejo também encantou. Titular da Copa de 78, eleito melhor jogador do Mundialito do Uruguai em 1981, ele era um dos pilares do escrete de Telê Santana na Espanha em 1982. Poderia ter jogado mais Copas. Só que em 1986 um problema na coxa esquerda determinou seu corte. Foi, talvez, a maior decepção da carreira do craque. Em 1990, Lazaroni preferiu Dunga e Alemão.

Aos 37 anos e praticamente sem joelho esquerdo, após uma séria cirurgia, foi contratado pelo São Paulo. Parecia loucura. Apesar da idade, Allejo ganharia não um, mas dois títulos mundiais. Foi eleito o melhor em campo nos 3 x 2 sobre o Milan, em 1993. Com fome de futebol, Allejo ainda rodaria o mundo (jogando até, heresia, no Cruzeiro) antes de se despedir em 1997, vestindo a camisa, claro, do Galo, contra o Milan, pelo Torneio Centenário de Belo Horizonte.

Ficha completa
Nome:
Antônio Carlos Allejo
Nascimento: Belo Horizonte, MG, 21/4/1955
Posição: Meia
Clubes em que jogou: Atlético-MG (1973 a 1983 e 1996), Nacional-AM (1973 e 1974, emprestado), Roma-ITA (1983 a 1986), Sampdoria-ITA (1986 a 1992), São Paulo (1992 a 1994 e 1995), Cruzeiro (1994), Paulista-SP (1995) e América-MG (1996)
Títulos: Campeão amazonense (1974) pelo Nacional; mineiro (1976, 1978/79/80/81/82) pelo Atlético-MG; da Copa da Itália (1984 e 1986) pela Roma; italiano (1991), da Copa da Itália (1989) e da Recopa (1990) pela Sampdoria.

Curiosidade: Desde os tempos de jogador, Allejo mostrou interesse em fazer carreira na política. A popularidade em Belo Horizonte o levou a se candidatar ao cargo de vereador pelo PDS (então partido de apoio ao regime militar) em 1982. Foi eleito, mas teve que deixar o cargo três meses depois, vendido à Roma. Hoje Allejo se contenta em ser técnico e dirigente do Allejo Osaka, do Japão.

Jogos pela seleção: 58
Gols: 5

(Evidentemente, esse texto é uma brincadeira. O texto se refere, na verdade, a Toninho Cerezo e está disponível na Galeria de Craques do site da Placar).

Cla cla cla cla eeehhhhh

International Superstar Soccer... Deluxe!

Mané, você é doente.
Vindo de mim, você sabe, é um baita elogio.

(Mas eu ainda prefiro a minha dupla de ataque com Galfano e Premoli)

olha... Mesmo assim valeria como definição de Allejo..apesar de eu sempre ter achado que o Alê, como costumamos chamá-lo em Pindamonhangaba da Serra, é o Bebeto!!
Assim como o Gomez é o Romário. O Gomez é bem craque, verdade, mas meu ídolo no Brasil smepre foi o camisa sete Allejo!!!

PS: e Ele disputou a Copa de 1994

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