« Home | Reencontrando uma paixão de 92 - parte I » | O soluço não passa? Então, vai massagear o c*!! » | Se não tem texto, pelo menos tem O Esquadrão Aqua ... » | Grandes Craques (que gostaríamos que existissem) -... » | SONETO DE ANIVERSÁRIO Passem-se dias, horas, mes... » | Os piores do mundo » | Seu Sílvio Facts » | O Peculiar Humor Nipônico » | Resumo do debate com presidenciáveis. » | Diálogos com a dentista »

Reencontrando uma paixão de 92 - parte II

Tomados de uma curiosidade maior do que a prudência, entramos no estabelecimento. Havia um fliperama com o jogo original logo na porta, mas não era aquilo que procurávamos. Ao som de Zeca Pagodinho, atravessamos o salão... e nos deparamos com o que lá estava! Ao lado de Pro Evolution Soccer, Marvel vs. Capcom e Daytona, estava a enorme máquina de tela avermelhada, com Guile mudando de lado da tela a cada Sonic Boom.

Seria ali que amarraríamos nosso burro. Com três fichas por dois módicos dinheiros, decidimos que seria ali que descontaríamos o ódio dos últimos 14 anos. Esqueceríamos ex-namoradas, professoras enfurecidas e torcedores do São Paulo. Era o momento de voltar a ser feliz por poucos minutos.

Eu só não esperava que seriam tão poucos. Peguei a ficha e escolhi M. Bison, o único com uma apelação realmente eficiente. Contra o mesmo Guile, escolhi o comandante maquiavélico do jogo (e do mundo, esperava eu) e apliquei uma sequência de seqüências: scissor kick, enquanto já carrego para trás, dou um chute e aí solto um parafuso (ou como quer que vocês chamem seu principal golpe). Infalível.

Isso até chegar o segundo adversário: Ken Masters, com seu sedoso cabelo vermelho loiro e seu quimono vermelho. É cruel jogar contra quem atravessa a tela dando chutes e troca de lado soltando seis hadoukens. Mesmo assim, deu para dar um sufoco no nova-iorquino. Enquanto os meus amigos fartavam-se de Guaraná Antárctica, eu estava ali, penando por menos de intermináveis dois minutos. Mas uma pena muito melhor do que as aulas de Inglês na faculdade, indiscutivelmente.

Foram apenas quatro rounds, mas que serviram para exorcizar fantasmas de 14 anos. Ainda tentamos repetir o êxtase de felicidade em Daytona, mas não foi o mesmo. Ainda assim, voltamos para a rua felizes. Para alívio mundial, é bom saber que não será preciso esperar mais 14 para reencontrar uma das primeiras paixões de nossa geração.

Mané, o Ken não era loiro???? Sempre achei que fosse... hahahaha
Mas tudo bem... Eu sempre joguei com a mocinha de vestido devasso azul... hahahaha
Bjs

uahuahuahau
muito brm lembrado!
vc falou do haduken , mas esqueceu do hariuken!!!
bjão

Postar um comentário