<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-32548450</atom:id><lastBuildDate>Sat, 14 Nov 2009 04:07:29 +0000</lastBuildDate><title>Mario Flamejante</title><description>40% suco de laranja, 60% cerveja, 100% gonzo</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Juliana Borba)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>96</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-3694826738227242968</guid><pubDate>Mon, 24 Mar 2008 03:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-24T02:50:00.475-03:00</atom:updated><title>Insight do fracasso (alheio)</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R-c9xm3exgI/AAAAAAAAADc/_ufkTLlGEBc/s1600-h/Felipe_Massa.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R-c9xm3exgI/AAAAAAAAADc/_ufkTLlGEBc/s320/Felipe_Massa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181177818769180162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fui assistir ao &lt;a href="http://esporte.uol.com.br/f1/ultimas/2008/03/23/ult4361u1067.jhtm"&gt;Grande Prêmio da Malásia&lt;/a&gt; de Fórmula 1 no apartamento de meu amigo Albano. Estive na companhia de &lt;a href="http://opiniaoemcampo.blogspot.com/"&gt;Allan&lt;/a&gt;, Mé, &lt;a href="http://www.negaomalandro.blogspot.com/"&gt;Brunella&lt;/a&gt;, entre outros. Saí de lá às seis da manhã e, apesar de não ter bebido, só cheguei em casa graças à carona do Allan. E com o pensamento fixo na cabeça de que Felipe Massa é um fracasso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sério. Pensando um pouco melhor, previ um futuro pouco glorioso para o brasileiro da Ferrari. Em cinco anos, Massa vai continuar sem títulos mundiais na Fórmula 1. De quebra, ainda vai estar se despedindo da equipe italiana para correr em uma equipe mediana, como a Toyota ou a Red Bull. Talvez seja até motivo de piada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R-c-NW3exhI/AAAAAAAAADk/GRkDNEQlEBw/s1600-h/barrichello%3Dmonaco.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R-c-NW3exhI/AAAAAAAAADk/GRkDNEQlEBw/s200/barrichello%3Dmonaco.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181178295510550034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É evidente que a comparação com &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rubens_Barrichello"&gt;Rubens Barrichello&lt;/a&gt; é automática, o que torna as coisas ainda mais cruéis para Massa. Até porque Rubinho sempre teve talento e um carisma elevado entre a torcida brasileira. Nas épocas de Jordan e Stewart, alcançava resultados incríveis com carros apenas medianos. Com a equipe de Jackie Stewart, apesar de competir contra carros superiores, como Ferrari, McLaren, Williams e Jordan, conseguiu o segundo lugar no &lt;a href="http://www.formula1.com/results/season/1997/151/"&gt;GP de Mônaco&lt;/a&gt; (1997) e três pódios em um ano (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/1999_Formula_One_season"&gt;1999&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2000, Rubinho foi para a Ferrari e, enfim, conquistou &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=E_Ewt5C07Ys"&gt;a primeira vitória da carreira&lt;/a&gt;. É claro, porém, que aquele &lt;a href="http://www.formula1.com/results/season/2000/61/"&gt;GP da Alemanha&lt;/a&gt; só criou ainda mais expectativa na torcida brasileira, carente de um herói desde 94. Mimados que fomos por Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna, achávamos que um brasileiro só poderia estar em uma equipe como a Ferrari para ser campeão. Sem sabermos que não era para vencer que Rubinho havia sido contratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R-cmLW3exfI/AAAAAAAAADU/viHbxsTM5x0/s1600-h/20010331-1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R-cmLW3exfI/AAAAAAAAADU/viHbxsTM5x0/s320/20010331-1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181151872871745010" /&gt;&lt;/a&gt;Evidentemente, ele ajudou em seu próprio processo de achincalhamento público. Desde a época pré-Ferrari, incorporou o espírito de líder de uma nação – vide os capacetes especiais nos GPs do Brasil (foto). Nós, é claro, acompanhamos. Só que Barrichello soube se livrar de tal pressão com o tempo (embora ainda acredite que possa conseguir bons resultados com mais um fraco carro da Honda). Nós não; cobramos dele até o fim que está por vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rubinho virou motivo de chacota, e Felipe Massa também pode virar. Embora as condições entre ele e Kimi Raikkonen e ele sejam menos desiguais do que eram entre Michael Schumacher e Barrichello, Massa igualmente incorporou o espírito de “serei campeão”, e não parece disposto a se desfazer dele por um bom tempo. Começa até a soar um pouquinho petulante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente que é demasiado cedo pra falar em desvantagem dentro da equipe – afinal, foram apenas duas corridas realizadas neste ano. Porém, Kimi vem de um título mundial e já venceu corrida neste ano. Por mais que seja completamente possível uma reviravolta na temporada (basta lembrar dos diversos cenários de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/2007_Formula_One_Season"&gt;2007&lt;/a&gt;), é inegável pensar que o finlandês teria que se justificar menos se tivesse cometido &lt;a href="http://www.gazetaesportiva.net/ge_noticias/bin/noticia.php?chid=104&amp;nwid=35287"&gt;um erro em Sepang&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R-c_8G3exiI/AAAAAAAAADs/QGlmJlFRyKo/s1600-h/g_Raikkonen-Todt-Massa_ht.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R-c_8G3exiI/AAAAAAAAADs/QGlmJlFRyKo/s320/g_Raikkonen-Todt-Massa_ht.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181180198181062178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por isso, há boas chances de a história absolver Rubens Barrichello. No futuro, ele deverá ser lembrado como um piloto talentoso que se deixou seduzir pela chance de correr na maior equipe do mundo, e que acabou se frustrando por encontrar uma realidade incompatível com os sonhos nos quais ele estava mergulhado. E o principal álibi de Rubinho será Massa, que tinha completas condições de brigar pelo título e não soube administrar a própria vaidade, rebaixando-se a segundo piloto apenas por ter perdido uma briga em condições iguais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;---&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Essa previsão, porém, não é apenas minha. Quando o finlandês Mika Hakkinen concedeu &lt;a href="http://www.gazetaesportiva.net/entrevista/motor/ent007.php"&gt;esta entrevista&lt;/a&gt; para &lt;a href="http://www.cavaleirocomsolitaria.blogspot.com/"&gt;Felipe Held&lt;/a&gt;, afirmou que seria natural que a Ferrari se voltasse para Raikkonen, relegando Felipe (o Massa, não o Held) à condição de segundo piloto. Hakkinen tinha alguma razão, mas não sabia nem de metade do problema. De fato, o bicampeão não sabia do tamanho do problema que o brasileiro criou para si.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-3694826738227242968?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2008/03/insight-do-fracasso-alheio.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R-c9xm3exgI/AAAAAAAAADc/_ufkTLlGEBc/s72-c/Felipe_Massa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-806816386237047074</guid><pubDate>Tue, 27 Nov 2007 14:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-28T01:08:51.746-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>interior</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>futebol</category><title>Rumo a Tóquio</title><description>O futebol não é emocionante pra quem só acompanha São Paulo e Flamengo disputando a &lt;a href="http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2007/11/23/ult59u137853.jhtm"&gt;Taça das Bolinhas&lt;/a&gt;, ou para quem acha que o Chelsea e o Milan têm torcida. Nããão... O futebol de verdade está em jogos de XV de Piracicaba, Nacional de Patos, Barras-PI, Crac, Hermann Aichinger-SC e de tantos outros times menores que a TV – fora a Rede Vida – não exibe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futebol de verdade esteve presente no dia 11 de novembro de 2007, no &lt;a href="http://www.worldstadiums.com/stadium_pictures/south_america/brazil/sao_paulo/presidente_prudente_farah.shtml"&gt;Estádio Eduardo José Farah&lt;/a&gt;, em Presidente Prudente. Na manhã de garoa fina daquele domingo, os laranjas do Oeste Paulista e os alvirrubros da &lt;a href="http://www.esporteitapirense.com.br/"&gt;Itapirense&lt;/a&gt; fizeram o segundo jogo da final da Série B do Campeonato Paulista. E a Série B do Campeonato Paulista é mais do que um campeonato; é um mundo à parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O contexto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São nada menos do que 48 times, representando todo o estado de São Paulo naquele que talvez seja o maior campeonato estadual do país. E isso porque a &lt;a href="http://www.gazetaesportiva.net/campeonatos/futebol/regional/2007/paulista_b/index.php"&gt;Série B&lt;/a&gt;, chamada também de Segunda Divisão, é equivalente apenas à quarta divisão do Paulistão – está abaixo das séries A-1, A-2 e A-3. Para situar vocês do tamanho deste campeonato, cada uma das divisões superiores tem 'apenas' 20 times.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 48 times são divididos em seis grupos regionalizados com oito equipes cada, de forma que nenhuma equipe mais fraca tenha que atravessar o estado logo de cara. O Oeste Paulista estava no Grupo 1, ao lado de &lt;a href="http://www.tupafc.page.tl/"&gt;Tupã&lt;/a&gt;, Atlético Araçatuba, Ranchariense, &lt;a href="http://www.presidenteprudentefutebolc.com.br/"&gt;Presidente Prudente&lt;/a&gt;, Assisense, Ilha Solteira e Paraguaçuense. Com 10 vitórias e dois empates em dois jogos, o Opec passou pela primeira fase como líder da chave, sem muitas dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve facilidade também na segunda fase, quando o time laranja terminou o Grupo 7 na primeira colocação. Para trás, ficaram Atibaia, Inter de Bebedouro, Velo Clube, Elosport e Osasco. Foram 10 jogos, com seis vitórias e dois empates. Já estávamos entre os oito melhores da divisão, e bem próximos do acesso à Série A-3 – aquela de 20 clubes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação no Grupo 11 começou bem, com um empate fora de casa (2 a 2 contra o Ecus) e duas vitórias em casa (2 a 1 no Força e no Lemense). A coisa complicou quando o time perdeu duas partidas fora de casa (3 a 0, novamente frente ao Força e ao Lemense), mas uma vitória por 2 a 1 no Esporte Clube União Suzano em pleno Prudentão garantiu o time no módulo superior do Paulistão. De quebra, uma combinação de resultados deu à Laranja Mecânica (nós) a liderança da chave e a chance de disputar a final contra a Itapirense, líder do Grupo 12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas equipes empataram em 1 a 1 &lt;a href="http://www.futebolinterior.com.br/news.php?id_news=26037&amp;amp;id_clube=325"&gt;o primeiro jogo&lt;/a&gt; em Itapira e o título seria decidido em Presidente Prudente. O Opec jogaria em casa, com a vantagem do empate (por ter feito melhor campanha na primeira fase) e como favorito à vitória. Uma derrota teria uma proporção tão cataclísmica que a eventualidade já era chamada de &lt;i&gt;Prudentanazzo&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Abrem-se as cortinas, e começa o espetáculo!”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu dei sorte de tirar folga no &lt;a href="http://www.gazetaesportiva.net/"&gt;trabalho&lt;/a&gt; e decidi que seria a oportunidade de acompanhar o time da minha cidade no dia mais importante de sua curta história. Era a primeira vez que eu assistiria o Opec &lt;i&gt;in loco&lt;/i&gt; – já que o carro do Luiz quebrou na tentativa anterior, à caminho do estádio – e a primeira vez que eu assistiria um time da minha cidade ser campeão. Nunca antes, com &lt;a href="http://www.camarapprudente.sp.gov.br/guia-cidade-esportes.asp"&gt;Corinthians de Prudente&lt;/a&gt; ou com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Associa%C3%A7%C3%A3o_Prudentina_de_Esportes_Atl%C3%A9ticos"&gt;Prudentina&lt;/a&gt;, eu tive a honra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zES3Yr-qI/AAAAAAAAACM/fu9Eh0LDjeE/s1600-h/Imagem+009.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zES3Yr-qI/AAAAAAAAACM/fu9Eh0LDjeE/s200/Imagem+009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137697103307078306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Por isso, decidi chamar o Luiz de novo, mas esses compromissos imbecis das faculdades o seguraram em Maringá. Decidi então chamar o Fernando, irmão dele e que faz parte da &lt;a href="http://www.jovemoeste.com/"&gt;Força Jovem Oeste Paulista&lt;/a&gt;. Combinamos que eu apareceria na casa dele no domingo de manhã, e de lá iríamos para a marcha triunfal do Oeste Paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zDYnYr-pI/AAAAAAAAACE/emBRGCoUeBQ/s1600-h/Imagem+022.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zDYnYr-pI/AAAAAAAAACE/emBRGCoUeBQ/s200/Imagem+022.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137696102579698322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Assim combinamos, assim foi feito. Deixei meu carro em frente à casa dos Costa e o pai dos meninos nos levou. Chegamos com um pouco de atraso, e ainda encaramos fila para comprar o ingresso a cinco mangos – final da quarta divisão é isso aí! Quando adentramos o setor verde do Prudentão, nos deparamos com umas &lt;u&gt;5 mil pessoas&lt;/u&gt; e com o jogo rolando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zCUXYr-oI/AAAAAAAAAB8/yIjMAamvyjk/s1600-h/Imagem+010.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zCUXYr-oI/AAAAAAAAAB8/yIjMAamvyjk/s200/Imagem+010.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137694930053626498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;De um lado, Michael; Nuno, Ramon e Thiago Lobó; Rodriguinho, Jordi Guerreiro, Juninho, Vitor, Itamar; Jaime e o artilheiro Tarabai representavam o time da casa, comandado por Juliano Gerlin. Do outro, Evandro; Richard, Dinho, João Paulo e Dick; Batista, Willian, Veiga e Marcinho; Ricardinho e Faísca atendiam às ordens de Paulinho Ceará, treinador da simpática Esportiva Itapirense – que não trouxe muita torcida (vide foto). O árbitro era Élcio Paschoal Borborema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zFWXYr-rI/AAAAAAAAACU/fST0B_JQF0Y/s1600-h/Imagem+017.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zFWXYr-rI/AAAAAAAAACU/fST0B_JQF0Y/s200/Imagem+017.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137698262948248242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O jogo começou morno e contrastava com o dia frio. Como a pouca ação em campo se resumindo às tentativas de Itamar, era bem mais legal observar a movimentação do estádio. A torcida do time tem duas baterias para incentivar, sendo uma composta basicamente por adolescentes chatos de escolas particulares que fingem que tocam (foto) e outra bem melhor, que mora perto do estádio e que manja do tum-qui-ti-cum-dum. Os cantos da torcida não diverge muito dos que são copiados das organizadas de São Paulo ou dos clássicos “lêêêê, lê-lê-ô, lê-lê-ô, lê-lê-ô, lê-lê-ô, Oeste!”. No fosso do Prudentão, a molecadinha se divertia brincando de rebelião em um quiosque desativado e com cara de cadeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zGtnYr-sI/AAAAAAAAACc/Yr3QwG92cvw/s1600-h/Imagem+011.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zGtnYr-sI/AAAAAAAAACc/Yr3QwG92cvw/s320/Imagem+011.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137699761891834562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O jogo esteve desanimado até os 34 da etapa inicial, quando Tarabai arriscou um chute de longe que o goleiro Evandro aceitou. Delírio da torcida laranja, que promoveu uma bizarra avalanche em um estádio vazio, rumo ao alambrado. Do outro lado do estádio, no setor amarelo ocupado pela torcida itapirense, a garrafa gigante de Guaraná Funada – torcendo descaradamente para os visitantes – tentava se animar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zAynYr-nI/AAAAAAAAAB0/B4_XWcgOcIg/s1600-h/antesedepois.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zAynYr-nI/AAAAAAAAAB0/B4_XWcgOcIg/s320/antesedepois.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137693250721413746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;Momento antes e depois: Itapirense sente o crescimento (opa!) da&lt;br /&gt;garrafa de guaraná após o acréscimo de guaraná da Amazônia na fórmula.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apoio do guaraná fez efeito, e a Itapiriense empatou três minutos depois, em cabeçada indefensável do craque Faísca. O resultado ainda dava o título ao Oeste Paulista, mas a sensação de &lt;i&gt;Maracanazzo&lt;/i&gt; Caipira começava a preocupar alguns dos torcedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que Élcio Paschoal Borborema encerrou o primeiro tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Show do Intervalo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 20 minutos entre um tempo e outro serviram para que Fernando e eu déssemos uma volta pelo Prudentão lotado. A certeza de encontrar um conhecido era grande, mas não houve nenhum encontro inesperado no intervalo. De fato, tudo o que fizemos foi comprarmos uma garrafa de Guaraná Funada cada um. Um dos quiosques do estádio vendia a camisa nova do Opec a 60 mangos, enquanto um palhaço da prefeitura (!!!) distribuía bandanas da Samsung (!!!!!!!), solenemente rejeitadas pela torcida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que tudo isso se tornou obsoleto quando eu avistei um tiozinho com a camisa do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%AAmio_Esportivo_Novorizontino"&gt;Novorizontino&lt;/a&gt;. Considerando-se que o time está licenciado do futebol profissional desde 99, encontrar uma camisa aurinegra por aí é uma verdadeira raridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro também que eu encostei no tiozinho, interrompi sua conversa e pedi para tirar uma foto. Ele topou e fez pose comigo. Comovido, eu convidei o amigo dele para sair na foto com a gente. Péssima idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zJGHYr-tI/AAAAAAAAACk/W27wEO8gSPY/s1600-h/Imagem+020.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zJGHYr-tI/AAAAAAAAACk/W27wEO8gSPY/s320/Imagem+020.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137702381821885138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;center style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;E o imbecil aqui mal saiu na foto!&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, a ação no campo estava prestes a retornar a plenos pulmões. Antes que perdêssemos o apito inicial, Fernando e eu corremos para os nossos lugares – não que faltassem outros até melhores na arquibancada, longe disso. Os 45 minutos finais estavam prontos para se desenrolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Autoriza o árbitro!”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A etapa decisiva, mais uma vez, foi mais de observação do que de futebol. A imberbe organizada continuava com seus cantos e a garrafa gigante continuava rígida sob o efeito de guaraná da Amazônia. A garoa apertou um pouco mais, mas logo cessou. O temor pelo &lt;i&gt;Prudentanazzo&lt;/i&gt; ainda era latente, mas foi embora junto com a ameaça de chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso porque aos 16 minutos, enquanto o céu se abria de maneira quase simbólica, o árbitro apitava um pênalti para o Oeste Paulista. O time atacava pelo flanco direito, mas &lt;a href="http://www.futebolinterior.com.br/news.php?id_news=27006&amp;amp;id_clube=325"&gt;Tarabai&lt;/a&gt; – eu acho – foi derrubado assim que entrou na área. Mão apontada para a marca da cal (provavelmente Votorantim), e bola a 9,15m da baliza alvirrubra da Esportiva. Na cobrança, o camisa 11 Jaime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o momento de fulminar, de fazer o que o trio &lt;a href="http://www.gazetaesportiva.net/idolos/futebol/ademir/"&gt;Ademir&lt;/a&gt;-&lt;a href="http://www.gazetaesportiva.net/idolos/futebol/jaja_barramansa/"&gt;Jair&lt;/a&gt;-&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Aramburu"&gt;Chico&lt;/a&gt; não havia feito há 57 anos. A torcida pedia seu gol. Jaime tirou as mãos da cintura e correu em câmera lenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m7q2kYHh7AY&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/m7q2kYHh7AY&amp;amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro da bola com a rede foi a fagulha que explodiu a torcida. Jaime correu para o alambrado, virou-se de costas e apontou os polegares para o número 11 de sua camisa. A molecada – inclusive eu, que mal sabia quem era o Jaime – estava pendurada no alambrado, vibrando como se aquele gol tivesse dado o título da Copa do Mundo para nós. E, de certo modo, era isso mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, os minutos se arrastaram em tentativas dos dois times e de gritos de olé vindos dos quase 5 mil prudentinos presentes. Os garotos se penduravam no alambrado e tomavam um toma-jeito da Polícia presente. Já era quase uma da tarde quando o árbitro pediu a bola. Éramos os campeões da quarta divisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Acabooou! É tetraaaa!”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zNkHYr-vI/AAAAAAAAAC0/6yJimLuHE10/s1600-h/Imagem+031.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zNkHYr-vI/AAAAAAAAAC0/6yJimLuHE10/s320/Imagem+031.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137707295264471794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O fim do jogo não foi o início da festa, que já havia começado minutos antes. Os jogadores se juntavam a nós no alambrado. A essa altura, não haveria policiamento que contivesse a turba. Jaime, Nuno e Juliano Gerlim há muito haviam cedido e comemoravam conosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Federação, estranhamente, não abriu o portão de acesso ao gramado – o que parece ter sido uma idéia inteligente, já que a passagem era perigosamente pequena para tanta animação. Decepcionante foi o palco montado lá do outro lado do gramado, o que impossibilitou oficializar a festa mais perto de nós. O time atravessou o gramado do Prudentão para receber o troféu, enquanto nós esfriávamos os ânimos do lado de cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zQOnYr-xI/AAAAAAAAADE/oBZsEI-WRH0/s1600-h/Imagem+039.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zQOnYr-xI/AAAAAAAAADE/oBZsEI-WRH0/s320/Imagem+039.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137710224432167698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foi aí que Clóvis me achou, em um daqueles encontros que não aconteceram no intervalo. Conversamos e comemoramos juntos. O Oeste, medalhado, iniciava sua volta olímpica. Loucura de Fernando, minha e dessa gente sofrida, meu Deus! Olhem as criancinhas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Way back home&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A missão estava cumprida, e Fernando e eu precisávamos ir para casa. É claro que eu não deixaria de pegar um churros de doce de leite a R$ 1,50. E depois de eu insistir para irmos a pé ao estádio, já que é mais charmoso, descobri que teríamos que voltar caminhando. Nada ruim, já que a distância não é tão longa e o sol havia desistido de acordar naquele domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zQ9HYr-yI/AAAAAAAAADM/FLY86u4o8yY/s1600-h/Imagem+042.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zQ9HYr-yI/AAAAAAAAADM/FLY86u4o8yY/s200/Imagem+042.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137711023296084770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Palhaçadas, igrejas de nomes estranhos, caminhos errados e pouca voz depois, nós estávamos de volta ao Jardim Paulista, onde eu havia deixado meu carro, onde Fernandinho enterrou seu coração e onde havíamos sidos deixados para fora de casa. Calhou de que o pai dele havia ido nos buscar, como nós combinamos e esquecemos. Risadas de todo mundo, convites para almoçar e a felicidade reservada aos campeões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que passaram em frente à casa dos Costa, carregando o troféu no banco de trás de um Cross Fox. Nossa camisa ganhou uma buzinadinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era muito bom ser campeão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zPOnYr-wI/AAAAAAAAAC8/8__OnV2Qb8U/s1600-h/titulo.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zPOnYr-wI/AAAAAAAAAC8/8__OnV2Qb8U/s320/titulo.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137709124920539906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-806816386237047074?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/11/rumo-tquio.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/R0zES3Yr-qI/AAAAAAAAACM/fu9Eh0LDjeE/s72-c/Imagem+009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-3945605604987375429</guid><pubDate>Sun, 17 Jun 2007 13:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-06-17T11:15:17.796-03:00</atom:updated><title>Os chatos têm razão</title><description>No início do mês, a Federação Internacional de Automobilismo anunciou um &lt;a href="http://www.gazetaesportiva.net/ge_noticias/bin/noticia.php?chid=104&amp;nwid=31931"&gt;acordo&lt;/a&gt; para hospedar o Grande Prêmio da Europa na Espanha a partir de 2008. Porém, diferente do que já havia acontecido há alguns anos na terra do bicampeão Fernando Alonso, a corrida não acontecerá em Jerez de la Frontera, e sim, em Valência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RnU96gXuohI/AAAAAAAAABE/kzv31lpdfAc/s1600-h/circuitodevalencia.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RnU96gXuohI/AAAAAAAAABE/kzv31lpdfAc/s320/circuitodevalencia.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077032230261269010" /&gt;&lt;/a&gt;A cidade, que já conta com o autódromo Ricardo Tormo (foto), irá ganhar um novíssimo e charmoso traçado de rua na zona portuária. O investimento virá dos cofres públicos locais, sob a alegação de que a chegada da Fórmula 1 à cidade irá ajudar a vender a capital da Comunidade Valenciana para o mundo. Foi o suficiente para que uma horda de chatos surgisse do nada para reclamar, como sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como de praxe, muita gente criticou a decisão de Valência – especialmente os próprios valencianos. Não faltou quem pedisse que os representantes locais investissem mais em outras prioridades (o transporte público foi um dos citados). E apesar de ser uma opinião repetida &lt;i&gt;ad nauseum&lt;/i&gt; nos quatro cantos do mundo, não dá para tirar a razão de quem cobra mais atenção a questões básicas, sejam elas de saneamento básico na Índia ou de desemprego na França, ao invés de baixar a cabeça para grandes jogadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma dialética com a qual já convivemos há muito tempo no Brasil. Em 69, quando marcou o milésimo de seus 1282 gols, Pelé “comemorou” em meio a repórteres ensandecidos pedindo mais atenção às criancinhas. Mas nem mesmo o alerta dado pelo Rei em um dos momentos mais importantes do futebol mundial serviu para que evitássemos um fiasco anunciado como os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro. Independente do sucesso esportivo da competição, um evento que simplesmente &lt;A href="http://vgbr.com/forum/index.php?showtopic=25573&amp;pid=257219&amp;mode=threaded&amp;show=&amp;st=&amp;" title="O site pode não ser referência, mas o autor merece crédito."&gt;ignora o orçamento inicial&lt;/a&gt;, como fez o Pan, não pode ser levado a sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RnU_LgXuoiI/AAAAAAAAABM/pwnKVb6bspU/s1600-h/rio_de_janeiro_havelange.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RnU_LgXuoiI/AAAAAAAAABM/pwnKVb6bspU/s320/rio_de_janeiro_havelange.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077033621830672930" /&gt;&lt;/a&gt;Convenhamos: o Rio de Janeiro tem problemas mais prioritários do que construir um novo estádio (belíssimo, reconheçamos) ou reformar uma série de instalações esportivas. Inicialmente, o prefeito César Maia (DEM-RJ) alegava que os cariocas ganhariam muito com o Pan, que ajudaria a desenvolver setores como o transporte público da cidade, entre outras balelas. Como viu que não colou, o prefeito apareceu na propaganda de seu partido empunhando a bandeira de “Pan do Brasil” e afirmando que a competição das Américas é o passo definitivo para o projeto dos Jogos Olímpicos do Rio em 2016.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto. Depois dos projetos Brasília-2000, Rio-2004, Rio-2012 e Copa do Mundo de 2014, também  embarcaremos nessa. Coisa de países emergentes, como China, Índia e Brasil, que escondem seu sem-número de problemas básicos com obras suntuosas, ausentes até mesmo em países desenvolvidos. Talvez César Maia nem saiba, mas o Tribunal de Contas da União &lt;A href="http://blogdojuca.blog.uol.com.br/arch2007-05-13_2007-05-19.html" title="Procurem o post O TCU E O PAN-2007, do dia 18"&gt;já avaliou as cifras e as estruturas esportivas&lt;/a&gt; do Pan do Rio – e só do Rio – como olímpicas. E isso nem é bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ganhamos com isso? Receberemos o Pan em julho, a Copa em 2014, as Olimpíadas em 2016, a sede da ONU em 2030 e o Rio irá virar capital do mundo em 2047? Se o Brasil deixar de ser desigual, violento e pobre até lá, OK. Mas se César Maia já leu &lt;i&gt;Mein Kampf&lt;/i&gt; (Minha Luta), de Adolf Hitler, talvez tenha levado muito a sério o início do segundo capítulo, que diz que “o Estado é um meio, e não um fim”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito em 1926, o livro das teorias de Hitler é um festival de bizarrices que, em resumo, defende que uma nação é o reflexo da superioridade de uma raça mais pura. De acordo com Hitler, “a condição essencial para a formação de uma humanidade superior não é o Estado, mas a raça”. País de mestiços, o Brasil não tem condições de adotar uma política tão descabida quanto à “purificação” e “seleção” racial. Como alternativa, parece buscar sua afirmação como nação fazendo festa e carnaval, ao invés de buscar políticas eficientes para violência, educação, desemprego, saúde, educação, miséria, transportes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é um país de heróis como Zagallo e que passa tempo demais discutindo a camisa do “técnico” de nossa “seleção”. Não admira que uma competição como os Jogos Pan-americanos ganhem tanta importância por aqui, terra na qual uma portuguesa coloca um chapéu de frutas para dançar e ganha o mundo dizendo “bananas is (sic) my business”. No fim, certo está o valenciano chato, que pede mais atenção ao transporte público do que à Fórmula 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Adicionais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;- Alguém sabe onde a FIA pretende colocar tantas corridas nos próximos anos? Só se escuta falar de GP da Índia, de Valência, da Coréia do Sul, de Cingapura, da Rússia, dos Emirados Árabes...&lt;br /&gt;- Aliás, pela lista de países, a gente vê que o Brasil não é o único emergente a esconder seus problemas com obras suntuosas.&lt;br /&gt;- Será que Valência precisa mesmo da Fórmula 1 para se vender para o mundo? Receber a Copa Louis Vuitton, por exemplo, não basta?&lt;br /&gt;- Crônica da morte anunciada: por conta da entrada do banco Santander como principal patrocinador, a McLaren já havia feito a apresentação de seu carro neste ano nas ruas de Valência, possivelmente em traçado parecido com o que deve ser visto pelas demais equipe nos ano que vem. Que diferença não faz um Fernando Alonso, não?&lt;br /&gt;- Para quem quiser acompanhar mais da sem-vergonhice do Pan, recomendo o &lt;a href="http://blogdojuca.blog.uol.com.br/"&gt;Blog do Juca Kfouri&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://averdadedopan2007.blogspot.com/"&gt;A Verdade do Pan&lt;/a&gt;. Sem tem &lt;strike&gt;novidade&lt;/strike&gt; &lt;u&gt;sujeirada&lt;/u&gt; por lá.&lt;br /&gt;- Por fim: alguém duvida da possibilidade de termos Pelé à frente do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014? Afinal, alguém tem que distrair a festa para que os convidados não vejam o que se passa na cozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Imagens:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.derapate.it/"&gt;Derapate.it&lt;/a&gt; (Circuito Ricardo Tormo) e &lt;a href="http://www.worldstadiums.com"&gt;World Stadiums&lt;/a&gt; (Engenhão)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-3945605604987375429?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/06/os-chatos-tm-razo.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RnU96gXuohI/AAAAAAAAABE/kzv31lpdfAc/s72-c/circuitodevalencia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-6076921610130300899</guid><pubDate>Thu, 07 Jun 2007 16:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-06-07T13:50:02.936-03:00</atom:updated><title>De olho em Pavlyuchenkova</title><description>Qualquer um que acompanhe um pouco melhor o tênis feminino reconhece que a Rússia tem apresentado algumas das melhores representantes do esporte nos últimos anos. Além de ter Maria Sharapova, Svetlana Kuznetsova e Anna Chakvetadze em excelente momento, o país ainda conta com Dinara Safina, Nadia Petrova, Elena Dementieva e Vera Zvonareva entre as melhores do mundo na atualidade no ranking da WTA, ainda que passando por fases irregulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo um celeiro tão fértil quanto o Leste Europeu ainda tem espaço para mais uma revelação. Por isso, o nome de Anastasia Pavlyuchenkova deve ser olhado com atenção nos próximos anos, sob o risco de termos logo outra &lt;i&gt;top ten&lt;/i&gt; da WTA e potencial vencedora de títulos importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RmgzCAXuofI/AAAAAAAAAA0/CB_U_oqolUE/s1600-h/PavlyuchenkovaTrophy.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RmgzCAXuofI/AAAAAAAAAA0/CB_U_oqolUE/s320/PavlyuchenkovaTrophy.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073361089785143794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não é para menos que se cria tamanha expectativa na Rússia em torno do nome de Pavlyuchenkova. Profissional desde dezembro de 2005, esta tenista destra e fã de quadras de piso rápido deixou uma bela imagem entre as juvenis da ITF, conquistando os Abertos da Austrália (foto) e dos EUA da categoria no ano passado. De quebra, ainda mostrou versatilidade e faturou os títulos de duplas na Austrália, de Roland Garros e de Wimbledon, além do Mundial Juvenil da ITF do mesmo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata apenas de um belo cartão de visitas, mas dos primeiros resultados de uma longa aposta. Nascida em 3 de julho de 91, Anastasia foi apresentada ao esporte logo aos seis anos pelos pais, Sergey e Marina, ambos treinadores. Até hoje, a mãe é companhia freqüente em suas viagens – a exemplo de seu irmão e técnico, Aleksandr. Ou seja; não é de hoje que a garota dedica seu tempo a se tornar uma das melhores do mundo, o que lhe garantiu uma experiência vasta e precoce, domínio de três idiomas – russo, inglês e tcheco – e o curso paralelo do primeiro ano do Sportivniy Licey, equivalente ao Ensino Médio no Brasil. Todos muito bem administrados, diga-se de passagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RmgyogXuoeI/AAAAAAAAAAs/OMkydqMP-Ac/s1600-h/pavlyuchenkova.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RmgyogXuoeI/AAAAAAAAAAs/OMkydqMP-Ac/s320/pavlyuchenkova.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073360651698479586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A russa ainda não conquistou torneios profissionais Tier I ou Tier II da WTA, mas os resultados de sua primeira temporada completa mostram que eles são questão de tempo. Logo em março de 2006, ela caiu nas quartas-de-final do future de São Petersburgo, sua terceira competição oficial, perdendo para a compatriota Alla Kudryavtseva (número 103 do mundo). O resultado não impediu que ela conquistasse o título das duplas no torneio, atuando ao lado de Yulia Solonitskaya.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensa que acabou? Em seu retorno às quadras, no mês de maio, foi a vez de conquistar o future de Casale, na Itália, onde ainda ficou com o vice-campeonato da chave de duplas. Na campanha até o título, ela passou pela italiana Anna Floris, principal favorita, logo na segunda rodada; na seqüência, Pavlyuchenkova despachou a também russa Irina Smirnova, sua parceira nas duplas, antes de vencer a final contra a italiana Stefania Chieppa, cabeça-de-chave número dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem que a russa tentou queimar etapas e arriscar a sorte em torneios WTA antes da hora, mas acabou eliminada logo na estréia do torneio de Moscou, em outubro. A adversária era ninguém menos do que a tcheca Nicole Vaidisova, décima melhor tenista do mundo na atualidade e que levou a melhor com um duplo 6/3. No mês seguinte, Pavlyuchenkova ainda foi vice-campeã do future de Minsk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RmgzjgXuogI/AAAAAAAAAA8/izZABVvh5sM/s1600-h/pavlyuchenkova2007.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RmgzjgXuogI/AAAAAAAAAA8/izZABVvh5sM/s200/pavlyuchenkova2007.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073361665310761474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso fez com que a estreante russa terminasse sua primeira temporada como a número 402 do mundo. Parece ruim? Sua chegada à terceira rodada do &lt;i&gt;qualifying&lt;/i&gt; do Aberto da Austrália deste ano (foto) e na segunda rodada do torneio de Minsk mostram que não, jogando esta fã de Ashton Kutcher, Pink e Marcos Baghdatis para a 282ª colocação do ranking da WTA em março, sua melhor posição na curta carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde então, Pavlyuchenkova disputou apenas quatro partidas, vencendo uma e perdendo três. Acabou caindo para a 304ª colocação da lista das melhores tenistas profissionais do mundo, o que precisa ser observado com carinho mesmo assim. Se compararmos a posição do ranking no final de sua temporada de estréia com o equivalente de algumas das principais tenistas da atualidade, a jovem revelação russa fica atrás da belga Justine Henin (226ª em 98) e da russa Maria Sharapova (186ª em 2002), mas supera com folga a francesa Amélie Mauresmo (827ª em 94) e a também russa Svetlana Kuznetsova (889ª em 2000). Por isso, não seria surpresa ver Pavlyuchenkova entre as 100 melhores do mundo já neste ano, as 50 melhores em 2008, as 20 melhores em 2009...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Imagens:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.juniortennis.com/Tournaments/International/2006/January/AustralianOpen/AustralianOpen.php"&gt;JuniorTennis.com&lt;/a&gt; (Aberto da Austrália 2006), &lt;a href="http://www.sonyericssonwtatour.com/2/players/playerprofiles/Playerbio.asp?PlayerID=313796"&gt;WTA/Divulgação&lt;/a&gt; (Perfil) e &lt;a href="http://www.viewimages.com/Search.aspx?mid=73127664&amp;epmid=2&amp;partner=Google"&gt;Aaron Francis/Getty Images&lt;/a&gt; (Aberto da Austrália 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Textos relacionados&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://marioflamejante.blogspot.com/2006/08/conheam-milica-veselinovic.html"&gt;Conheçam Milica Veselinovic&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-6076921610130300899?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/06/de-olho-em-pavlyuchenkova.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RmgzCAXuofI/AAAAAAAAAA0/CB_U_oqolUE/s72-c/PavlyuchenkovaTrophy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-3225997769818529840</guid><pubDate>Fri, 27 Apr 2007 12:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-04-28T11:50:07.366-03:00</atom:updated><title>Amor, estranho amor</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RjHzzyn_KMI/AAAAAAAAAAM/swrS-IQ692o/s1600-h/irisbbb7_1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RjHzzyn_KMI/AAAAAAAAAAM/swrS-IQ692o/s320/irisbbb7_1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058091927602145474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma notícia na capa do portal Terra chamou muita atenção na quinta-feira, dia 26 de abril. Segundo a nota, &lt;a href="http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI1576404-EI1118,00.html"&gt;a ex-BBB 7 Íris preferia passa fome a fazer filmes pornôs&lt;/a&gt;. Promovida a celebridade instantânea pelo &lt;i&gt;reality show&lt;/i&gt; da Rede Globo, a mineira teria sido convidada pela produtora Brasileirinhas (que &lt;a href="http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI1577485-EI1118,00.html"&gt;desmentiu o convite&lt;/a&gt; no mesmo dia) a participar de uma de suas produções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que há de novo nisso? Simples. Ela não vai fazer o filme, mas o mercado pornográfrico do Brasil agradece a atenção - e as especulações - da qual tem sido pivô nos anos mais recentes. A produção pornográfica brasileira tem passado por um período de ascensão - ou melhor, de &lt;i&gt;aceitação&lt;/i&gt; - jamais visto. Antes relegado às subproduções desconhecidas escondidas em videolocadoras, o pornô nacional hoje se dá ao luxo de produzir títulos conhecidos, com atores famosos e de se envolver em boatos com nomes que passam pelo auge de sua fama, por mais fugaz que ela seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Íris jamais vai ser uma Gisele Bundchen. Talvez sequer chegue a uma Cristina Mortágua. Porém, pelos próximos meses ela poderá nadar de braçada nas festas VIPs, nos camarotes de micaretas e em eventos de revistas. Ou seja: não precisa &lt;u&gt;mesmo&lt;/u&gt; dar sua contribuição a uma fita de sexo explícito. Porém, seja o convite verdadeiro ou não, o mercado pornográfico brasileiro hoje parece ter cacife suficiente para bancar uma contratação de nome como seria a dela hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RjH0cyn_KNI/AAAAAAAAAAU/ECqHpJKgWfo/s1600-h/alexandrefrota_1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RjH0cyn_KNI/AAAAAAAAAAU/ECqHpJKgWfo/s320/alexandrefrota_1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058092631976782034" /&gt;&lt;/a&gt;E tudo isso graças à inesperada aceitação do público à participação de famosos decadentes nos pornôs. Resgatado pelo SBT para o programa &lt;i&gt;Casa dos Artistas&lt;/i&gt; em 2002, o veterano galã carioca Alexandre Frota embarcou nessa no ano seguinte, meio que por brincadeira - mas meio por gostar da coisa também. Aproveitando-se o bom momento de Frota, o filme &lt;i&gt;Obsessão&lt;/i&gt; (2003) foi um sucesso, dentro dos parâmetros esperados. E acabou abrindo as portas para outras subcelebridades que toparam a entrada nesse nicho. A partir daí, Bruna Surfistinha, Vivi Fernandes, Mateus Carrieri, Rita Cadillac, Gretchen e Márcia Imperator começaram a se arriscar, ganhar espaço e se tornaram mais conhecidos em outras esferas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro anos depois do &lt;i&gt;debut&lt;/i&gt; de Frota, o mercado pornográfico do Brasil hoje pode se gabar de contratar nomes conhecidos da mídia em geral. Regininha Poltergeist, por exemplo, &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u67617.shtml"&gt;já teria assinado&lt;/a&gt; contrato para três filmes. Para Alexandre Frota, a nova carreira se mostrou mais promissora do que a convencional: foram sete filmes entre 2003 e 2006, sendo que o oitavo está sendo rodado com Márcia Imperator. Na carreira cinematográfica convencional, enquanto não perdeu espaço, foram apenas seis as películas filmadas entre 84 e 91. Para nomes como Gretchen e Rita Cadillac, foi a volta à condição de musa e a conquista de novos “fãs” de seus atributos. E fazendo um trabalho que, vá lá, não difere tanto assim do que elas já faziam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RjH2gin_KPI/AAAAAAAAAAk/D9QrCq-Tyvg/s1600-h/jenna_jameson_1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RjH2gin_KPI/AAAAAAAAAAk/D9QrCq-Tyvg/s200/jenna_jameson_1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058094895424547058" /&gt;&lt;/a&gt;Não se espera que a aceitação do conservador público brasileiro seja como a que acontece nos EUA, onde &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0001398/"&gt;Jenna Jameson&lt;/a&gt; chegou a manter um relacionamento público e sem problemas com &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0001455/"&gt;Matt LeBlanc&lt;/a&gt; (o Joey Tribbiani, de &lt;i&gt;Friend&lt;/i&gt;), ou onde &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0570896/"&gt;Kim McKamy&lt;/a&gt; (ou Ashlyn Gere) atuou em um papel convencional em um episódio de 1994 de &lt;i&gt;The X-Files&lt;/i&gt; (nosso bom e velho “Arquivo X”). Mas não se pode esquecer que nomes mais conhecidos da TV nacional chegaram a atuar com sucesso durante o período sombrio da pornochanchada. Casos como o de Vera Fischer, Nuno Leal Maia, Xuxa e David Cardoso – outro veterano galã e um dos poucos que conseguiu conciliar por algum tempo as carreira convencional e “chanchadística”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda vai demorar para que o Brasil aceite esse novo mercado, mas Frota não pode reclamar dos frutos que vem colhendo desde mudou de ramo. Talvez a ex-BBB Íris não goste muito do convite agora, mas é fato que o pornô brasileiro passa por seu melhor momento. Talvez no futuro, esse espaço possa ser explorado de maneira mais comercial, e ela se arrependerá. Tudo graças ao “sim” de Alexandre Frota em 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Imagens:&lt;/b&gt; Marcelo Corrêa/Divulgação (Íris), Brasileirinhas/Divulgação (Frota) e &lt;a href="http://sportsillustrated.cnn.com/2006/writers/pete_mcentegart/10/31/ten.spot/index.html"&gt;Sports Illustrated&lt;/a&gt; (Jenna Jameson)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-3225997769818529840?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/04/amor-estranho-amor.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_sUM8NxB3pnY/RjHzzyn_KMI/AAAAAAAAAAM/swrS-IQ692o/s72-c/irisbbb7_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-117591792960395484</guid><pubDate>Sat, 07 Apr 2007 03:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-04-07T00:52:09.616-03:00</atom:updated><title>Vale lembrar!</title><description>Este blog está vivo. Só está parado por conta do Google que, ao lado da Red Bull e da Bet and Win, é uma das corporações que quer comprar o mundo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-117591792960395484?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/04/vale-lembrar.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116984892820052749</guid><pubDate>Fri, 26 Jan 2007 22:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-26T20:02:08.223-02:00</atom:updated><title>Burocásper</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3877/219/1600/916390/Burcoc%3F%3Fsper02.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3877/219/320/305902/Burcoc%3F%3Fsper02.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116984892820052749?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/01/burocsper.html</link><author>noreply@blogger.com (Yuri)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116974925184680099</guid><pubDate>Thu, 25 Jan 2007 18:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-25T16:21:14.466-02:00</atom:updated><title>Tentativa de cor</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3877/219/1600/624785/Anal%20Stories%20-%20Toy%20Balada%20%28teste%20de%20cor%29.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3877/219/320/882563/Anal%20Stories%20-%20Toy%20Balada%20%28teste%20de%20cor%29.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116974925184680099?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/01/tentativa-de-cor.html</link><author>noreply@blogger.com (Yuri)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116951661598323356</guid><pubDate>Tue, 23 Jan 2007 00:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-25T12:12:51.730-02:00</atom:updated><title>O fracasso de Festival Express</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://images.google.com.br/images?q=tbn:dznrzLL1JhELEM:http://www.theage.com.au/ffximage/2004/11/11/train_vain_wideweb__430x293.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://images.google.com.br/images?q=tbn:dznrzLL1JhELEM:http://www.theage.com.au/ffximage/2004/11/11/train_vain_wideweb__430x293.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Festival Express, está aí um filme que me decepcionou. Para quem não sabe, o Festival Express foi uma iniciativa de reunir músicos de diversas bandas de rock, blues e folk e excursionar pelo Canadá de Leste a Oeste com paradas periódicas para apresentações em diferentes cidades. Entre os nomes de destaque estão Janis Joplin (cuja música eu nunca apreciei e cuja pessoa sempre me amedrontou), The Band, Greatful Dead e Buddy Guy. Os nomes pesam, de fato, mas as apresentações deixam muito a desejar. O Greatful Dead parece mais um bando de jovens brancos evangélicos querendo pregar as palavras de Cristo; Buddy Guy tem na garrafa de uísque o seu braço direito, sem a qual seria incapaz de tirar três notas da guitarra surrada; Janis Joplin é assustadora em seus gemidos carentes e The Band, que chega a ser o único destaque entre os nomes já mencionados, não apresenta nada de especial. Para piorar, a execução das músicas é repetitiva e enfadonha, todas elas bebem na esgotada fonte do blues e as letras são um tanto quanto ingênuas. A experiência deve ter sido inesquecível para os músicos, de fato, que bebiam, comiam, faziam música, sexo e se entupiam de todo o tipo de entorpecentes até o amanhecer, tudo bancado por um avarento produtor estilo-macho-alfa-do-oeste sem muita visão de negócios. Ao fim do filme, você tem a leve sensação de que escutou uma só música ao longo de duas horas. Contudo, há uma razão de ser nisso tudo: 1970 é um ano de ruptura no mundo do rock, seja pelo fim dos Beatles, seja pelo aparecimento de novas bandas no jogo. Desde 1967 o rock já vinha amadurecendo com o lançamento de álbuns importantes, como Sargent Peppers Lonely Hearts Club Band, dos Beatles e The Piper at the Gates of Down, do Pink Floyd. O gênero deixava de ser um mero veículo de diversão para apreciadores mais ortodoxos que viam na música simplesmente uma forma de dançar e se distrair. O chamado "rock progressivo" tomava corpo com letras que tratavam de temas mais profundos à natuerza humana e ousadas melodias, que, não raro, ultrapassavam as próprias barreiras do rock 'n roll tradicional. Por isso Festival Express é tão sonolento, porque seus músicos pararam no meio do caminho. Continuaram a fazer música de pré-adolescente em um tempo em que o rock já batia nas portas da maturidade. Mas quem quiser uma aventura descompromissada, pode desembolsar uma graninha e alugar o filme. Eu não recomendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116951661598323356?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/01/o-fracasso-de-festival-express.html</link><author>noreply@blogger.com (Yuri)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116899577532782878</guid><pubDate>Wed, 17 Jan 2007 01:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-16T23:02:55.330-02:00</atom:updated><title>Quando um mito ressurge...</title><description>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zkNzLzhXm5k"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zkNzLzhXm5k" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, a lenda &lt;a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Jeremias"&gt;Jeremias &lt;/a&gt;voltou (travado como sempre). A nova peripécia do cabra que tomou cana com o cão parece ter sido ocasionado por um cavalo, que é "mais gordo que nóis", disse em suas palavras. Para salvar sua pele, Jeremias lançou uma máxima: "Ali o que eu disse que não disse que não era pra dizer", desconcertando qualquer pensamento metafísico atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os louros da fama estão se voltando contra o pobre e inebriado &lt;a href="http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=10630"&gt;Jeremias&lt;/a&gt;. Depois de fazer sucesso na &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wscqP8YTJXQ"&gt;gringa&lt;/a&gt;, algumas &lt;a href="http://www.muitoalemdosexytime.com/2006/11/jeremias_jose.php"&gt;teorias conspiratórias  &lt;/a&gt;passaram a duvidar da integridade do cara que, se pudesse, matava mil. Sem fundamentos, é lógico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116899577532782878?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/01/quando-um-mito-ressurge_16.html</link><author>noreply@blogger.com (Igor Nishikiori)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116844592842242592</guid><pubDate>Wed, 10 Jan 2007 16:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-10T14:18:48.476-02:00</atom:updated><title>'Tem vida zero?' - Parte III</title><description>&lt;b&gt;4. Lava Reef&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/198325/lavareef2k.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/781327/lavareef2k.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Depois de três jogos da série, era esperado que os produtores repetissem a idéia de alguns chefes em &lt;i&gt;Sonic &amp; Knuckles&lt;/i&gt;. Para surpresa geral da nação, nada de tetos que despejam estacas ou plataformas incendiárias. Só chefões inéditos! Entre eles, o melhor é - de longe - o de &lt;i&gt;Lava Reef&lt;/i&gt;, onde uma cabine coberta de pontas lança bombas para o céu, sem destino certo para cair a não ser a cabeça do nosso herói. Enquanto a lava vulcânica inunda tudo ao redor, Dr. Robotnik desequilibra o cenário e faz com que Sonic seja obrigado a se equilibrar em rochas que correm em direção à própria cabine inimiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complicado? Um pouco. Mas cheio de ação! Quem chegar, tente fazer o chefão se matar sem a proteção da bola de fogo ou, melhor ainda, sem rings. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Death Egg. Agora, o clássico de Sonic 2.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/126123/deathegg2a.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/973894/deathegg2a.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Não era nada simples passar pelo Metal Sonic. Em uma fase em que não havia rings como garantia de sobrevivência, era preciso alguma dose de tempo decorando sua seqüência de movimentos para passar por ele. Isso quando você não errava o golpe, acertava sua crista assassina e morria! Quando você matava seu clone sob os olhares atentos de Dr. Robotnik e garantia a maior emoção de sua vida, tinha a amarga surpresa de descobrir que o inferno tinha só começado. Mesmo assim, não é todo mundo que se lembra da &lt;i&gt;Death Egg Zone&lt;/i&gt; pelo robô gigante que encerra Sonic 2, mas o Metal Sonic é inesquecível! Convenhamos: era bastante original por parte do Sonic Team colocar Sonic para lutar contra ele mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Green Hill Zone&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/613238/greenhill31.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/348951/greenhill31.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Aquele que jogou Sonic quando era 15 anos mais novo do que hoje e não se emocionou ao destruir Robotnik e sua bola assassina, que atire a primeira pedra. O negócio era simples: duas plataformas, uma nave que percorria a tela balançando uma bola presa a uma corrente que queria te acertar. Idéia simples, mais simples ainda era passar por ele. Mesmo assim, qualquer menino de seis anos se sentia o cara mais legal da rua por conseguir passar o primeiro 'chefão'. Bom, pelo menos para quem tinha um Mega Drive. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Sky Sanctuary (Metal Sonic 3)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/753851/skysanctuary.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/15830/skysanctuary.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O chefe mais legal da história do Sonic é, na verdade, uma espécie de sub-chefe. Apenas um adversário que você tem dar umas pancadas a mais antes de avançar na fase. Mas foi uma sacada genial dos produtores a de misturar os dois chefes mais representativos da série como um adversário da fase. Para avançar na &lt;i&gt;Sky Sanctuary Zone&lt;/i&gt;, de Sony &amp; Knuckles, é preciso vencer o Metal Sonic, que volta no tempo para resgatar o primeiro chefe da história de Sonic. Um saudosismo sensacional, com uma dificuldade a mais: com um espaço mais apertado para desviar das tentativas da nave, a bola ainda se move mais rapidamente. É o êxtase da volta mais desafiadora do chefe mais legal da história!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116844592842242592?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/01/tem-vida-zero-parte-iii.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116842022547862888</guid><pubDate>Wed, 10 Jan 2007 09:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-10T07:10:25.506-02:00</atom:updated><title>'Tem vida zero?' - Parte II</title><description>&lt;b&gt;8. Deat Egg Zone. Mais um.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/210141/deathegg2b.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/970033/deathegg2b.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;O primeiro chefe imenso da história de Sonic encerra Sonic 2, e não é nada fácil de matar. Seria, se a &lt;i&gt;Death Egg Zone&lt;/i&gt; tivesse rings. Mas a grande emoção está aí: o chefe não é um bicho de sete cabeças, mas não permite erros. De repente, um passo em falso e você acerta as pontiagudas garras do monstro, um clone metálico gigante de Robotnik. Nada que uma estratégia repetitiva não superar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Robô Gigante que fecha Sonic 2 inspirou outros imensos chefes, que podem ser visto com mais freqüência em &lt;i&gt;Sonic &amp; Knuckles&lt;/i&gt;. Basta reparar no laser da esfinge de &lt;i&gt;Sandopolis&lt;/i&gt; ou chefe final de &lt;i&gt;Death Egg Zone&lt;/i&gt; (não confundir com a fase de mesmo nome do jogo deste tópico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7. Marble Garden Zone&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/42586/marblegarden23.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/912136/marblegarden23.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;É um chefe relativamente fácil quando você joga com Sonic, mas que se torna um inferno para quem joga apenas com Miles. O Robotnik voador exige que você ataque pelo ar, o que faz com que Sonic conte com a ajuda da raposinha de duas caudas, que o puxa e o joga em cima da nave-furadeira. Porém, sem o porco-espinho azul, o leal companheiro laranja é obrigado a atacar sozinho, com golpes de 'hélice'. Como é muito difícil conseguir brecar sem que o corpo se choque, a pancada e a chuva de rings é quase inevitável. Nada impossível, mas que dá trabalho até pegar o jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma curiosidade: jogando com Knuckles, este chefe é substituído por um nave semelhante, mas que não voa. Pelo contrário, a peleja é subterrânea contra as brocas que saem voando cruzadas em sua direção. Desvie, lógico, e quando o robô – que não é o Robotnik – for buscar as paradas, dê nele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6. Marble Zone&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/217981/marble31.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/613836/marble31.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;A exemplo do que já aconteceu com a &lt;i&gt;Mystic Cave Zone&lt;/i&gt; de Sonic 2, o chefão de &lt;i&gt;Marble Zone&lt;/i&gt; de Sonic também foi um dos principais referencias que chefes que veríamos pelos anos seguintes. Era quase obrigatório enfrentar chefes que colocavam fogo em plataformas, o que nos obrigava também a pular de uma para outra incessantemente. Porém, como novidade na época, o padrão era um desafio novo e - oh! - desafiador. Nem tanto pela criatividade, mas pela significação para os fãs, o segundo chefão de Sonic está aqui.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5. Oil Ocean Zone&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/227007/oilocean22.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/934299/oilocean22.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Depois de tantos chefes em que é necessário ficar macaqueando de uma plataforma para outra desviando de chamas, a &lt;i&gt;Oil Ocean Zone&lt;/i&gt; de Sonic 2 apresenta uma novidade. Depois de passar por um angustiante e inóspito mundo de petróleo, Ivo 'Eggman' Robotnik te ataca em novas plataformas incendiárias. Se há pouca novidade na essência do negócio, os disparos de laser ajudam a dar nova gás ao negócio. Não bastasse Sonic ter que desviar dos disparos, é preciso torcer para que eles não atinjam o piso das plataformas, que – sim – pegam fogo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensa que acabou? Quando a nave inimiga afunda no óleo (e é hora de atacar), ainda dispara um arpão em sua direção. Então, ela volta (e é hora de atacar de novo), e você pode cair no óleo. Se ficar preso ali embaixo, perdeu, preibói! Nada fácil...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116842022547862888?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/01/tem-vida-zero-parte-ii.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116838168383002342</guid><pubDate>Tue, 09 Jan 2007 22:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-09T20:28:03.853-02:00</atom:updated><title>'Tem vida zero?' - Parte I</title><description>Sonic foi lançado pela Sega em 91 para conseguir o que Alex Kidd não chegou nem perto: ameaçar o reinado de Super Mario Bros., a lenda da Nintendo que, de tão influente que é, dá nome a este blog (precisa mais?). Criado por Naoto Oshima, o porco-espinho azul mais famoso do mundo logo conquistou nossa geração com efeitos fantásticos de som, cor e textura. Mesmo que não tenha alçado a era mitológica que Mario alcançou, entrou para a posteridade como uma das franquias mais bem-sucedidas da história dos games.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um mundo atual dominado por RPGs chatos, há espaço para quem ainda se divirta com os jogos plataforma ou com o bom e velho 2-D. Hoje, a Sega passou de um megaconglomerado para uma mera desenvolvedora de jogos. Por incrível que pareça, ainda toca em frente a série Sonic, mas para PS3, X-Box, GameCube e outras coisas que ninguém mais gosta. Não como na época dos bons e velhos Mega Drive, Master System e, vá lá, Super Nintendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonic é um desses jogos que deixa saudades, com espaço intocável no panteão sagrado de games como Pac Man e Space Invaders. Gente saudosista como eu tem como matar as saudades, baixando as boas e velhas ROMs por aí, embora não seja tão legal quanto ligar o botão e ler aquelas letras brancas que diziam 'produced by or under license of Sega enterprise co.'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para desocupados em geral, elaboramos (bom, &lt;u&gt;elaborei&lt;/u&gt;) a lista dos 12 chefes mais legais da história de Sonic. Originalmente seriam cinco, depois dez... Mas foi impossível e fizemos 12. Agradeçam que não são todos, pois fases como a desconhecida &lt;i&gt;Doomsday&lt;/I&gt; mereciam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;12. Casino Night Zone&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/757733/casinonight22.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/344394/casinonight22.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;Casino Night Zone&lt;/i&gt;, uma das fases mais legais de Sonic2 (e de toda a série Sonic), tinha um chefe bem bacana. Depois de passar por inúmero caça-níqueis e, que podiam render até 200 rings, Sonic se deparava com uma nave de Robotnik que praticamente atacava de DJ. Enquanto ele deslizava horizontalmente pela tela, disparava bolas que explodiam no chão. Para passar por ele, alguns impulsos ou loopings e pancadas na cabeça. Fácil de matar, abre a lista pela originalidade, já que jamais foi copiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;11. Death Egg Zone&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/29065/deathegg3k.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/412060/deathegg3k.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;O olho gigante da &lt;i&gt;Death Egg Zone&lt;/i&gt; de Sonic &amp; Knuckles é um dos chefes mais assustadores de toda a série. Uma porque ele tem uma série de bolas explosivas girando ao seu redor. Quando você ataca, uma delas explode e lança espinhos em você. Quando as bolas terminam, o olho começa a soltar um laser gigantesco em direção ao chão. Não bastasse o laser, o bicho ainda te persegue e sai girando umas plataformas assassinas na sua direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pouco ou quer mais? É difícil de matar sem perder os rings. Mas um Hyper Sonic como o da foto torna tudo mais fácil. Com tanta ignorância do monstro assim, que sai com zap e sete copas em cima de você, não tinha como não arrumar um lugarzinho para ele aqui, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10. Wing Fortress Zone&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/368255/wingfortress2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/83475/wingfortress2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Depois de uma das fases mais complicadas de &lt;i&gt;Sonic 2&lt;/i&gt; (de toda a série), nada de naves que te atacam ou algo do gênero. Após toda uma tarde jogando, Sonic era obrigado a percorrer toda a fuselagem de um avião em pleno ar, onde qualquer errinho poderia custar caro. Era esse o cenário para o chefe da &lt;i&gt;Wing Fortress Zone&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, nada de navezinhas cuspindo fogo. Cercado por uma parede laser que restringia os movimentos, Sonic era atacado por um feixe também de laser. Enquanto isso, plataformas assassinas giratórias voavam cegamente por aquele pequeno “aquário”, sobre as quais Sonic tinha que se virar para se apoiar naquilo sem se machucar, e ainda atacar o laser. Ganha a peleja, Robotnik foge em um foguete, e o famoso aviãozinho turbinado de Tails aparece para perseguir o pilantra até a &lt;i&gt;Death Egg Zone&lt;/i&gt;. Vale pela inovação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9. Mystic Cave Zone&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/217090/mysticcave22.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/200/739353/mysticcave22.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;As brocas assassinas do chefão da &lt;i&gt;Mystic Cave Zone&lt;/i&gt; de Sonic 2 foram daquelas que deram origem a um padrão de chefes. Depois daquele Dr. Robotnik, houve inúmeros outros que subiam e desciam das paredes despejando pedras e estalactites. Mas este foi o primeiro deles, e que seria copiado depois em &lt;i&gt;Hidden Palace Zone&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Marble Garden Zone&lt;/i&gt; e outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é um chefe difícil. Basta ficar desviando das estalactites que caem e pular em cima do bicho quando ele atravessar a tela. Dizem as más línguas que a proteção de bolha de Sonic 3 rebate as estalactites, mas uma coisa é certa: dá pra atacar o todo-poderoso de &lt;i&gt;Mystic Cave&lt;/i&gt; mesmo quando ele está com as garras para cima. Basta pular entre elas, o que - tudo bem - não é fácil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116838168383002342?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/01/tem-vida-zero-parte-i.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116834936246845571</guid><pubDate>Tue, 09 Jan 2007 13:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-09T11:29:22.480-02:00</atom:updated><title>É, os alemães são bizarros</title><description>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8bAd43HaOss"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8bAd43HaOss" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116834936246845571?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2007/01/os-alemes-so-bizarros.html</link><author>noreply@blogger.com (Yuri)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116697124397942858</guid><pubDate>Sun, 24 Dec 2006 14:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-12-24T12:40:43.996-02:00</atom:updated><title>Locutor sábio</title><description>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dYFfLyNw3g4"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dYFfLyNw3g4" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116697124397942858?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/12/locutor-sbio.html</link><author>noreply@blogger.com (Yuri)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116584506343418433</guid><pubDate>Mon, 11 Dec 2006 13:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-12-11T11:51:03.483-02:00</atom:updated><title>Trens, macaquinhos e a alegria da criançada</title><description>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2135/4116/1600/298172/Macaquinho.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2135/4116/1600/428035/Linha_B4800-aCPTM.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2135/4116/200/642026/Linha_B4800-aCPTM.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     O sistema ferroviário de São Paulo é um dos mais antigos do país e, antigamente, era muito usado para o escoamento de café para o porto de Santos, com destino à Europa. Simultaneamente os trens eram utilizados como meio de transporte público, sendo uma artéria vital na crescente e “próspera” capital paulista.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt; No entanto, a partir de meados do Século XX, houve uma forte tendência, embasada pela “chegada da modernidade”, que promoveu o sucateamento da linha férrea em pró das rodovias. Os presidentes Washington Luís (1926 – 1930), que sustentava o famoso lema “governar é construir estradas”, e Eurico Gaspar Dutra, principal articulador da construção da Dutra, são as figuras mais ilustrativas dessa política. Atualmente, ainda se nota tal fato visto a proporção de rodovias e ferrovias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Dentro de São Paulo, entretanto, a linha do trem é bem extensa em relação à do Metro – respectivamente 253,2 quilômetros e pouco mais de 60,5 quilômetros. Mesmo assim, a importância do transporte metroviário, em relação ao ferroviário, é maior – enquanto aquele recebe diariamente cerca de 2,8 milhões de passageiros, este transporta aproximadamente um milhão e 300 mil todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A empresa responsável pela administração dos trens em São Paulo é a CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Surgida em 1992 ela passou a ser responsável pela malha ferroviária do estado e continua com esse encargo até o atual momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Desde o último agosto tenho utilizado os trens da para ir até o meu local de trabalho. A CPTM conta com seis linhas, nomeadas de A a F e, como meu destino é a notória Vila Leopoldina, pego a linha B, que sai da estação Júlio Prestes, zona Oeste de São Paulo, e tem como destino final a estação de Itapevi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Circular pelas linhas da CPTM é uma experiência antropológica incomparável. A fiscalização dentro dos vagões não é tão intensa quanto na Companhia do Metropolitano de São Paulo – o Metrô – e, por isso, os vendedores ambulantes fazem a festa e aproveitam para oferecer uma variedade de produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2135/4116/1600/411047/Macaquinho.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2135/4116/200/341873/Macaquinho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     Certo dia, cumpria o protocolo do cotidiano e, enquanto olhava pela janela do trem, quando este parara na estação Lapa, ouço uma frase inusitada que me chamou a atenção:&lt;br /&gt;     - Olha aí pessoal, o macaquinho que dá cambalhota. É a alegria da criançada. Vamo aproveitando que são as últimas unidades. E é só dois reais, tá muito barato.&lt;br /&gt;     Surpreso, levantei a cabeça para entender o que acontecia. Um vendedor ambulante que acabara de entrar, tirara de sua mochila algumas miniaturas de macaco e os botara no chão. Os pequenos brinquedos se moviam freneticamente e, por meio de seus longos braços articulados, dava cambalhotas ininterruptamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Atordoado, comecei a refletir sobre as perspectivas de um indivíduo como aquele, visto que, na minha opinião, não havia chances de vender muitos “macaquinhos” ao longo do dia. Não obstante, quando o trem estava próximo à estação seguinte – Domingos de Moraes – e o vendedor já se posicionava próximo à porta para trocar de vagão e tentar persuadir outros clientes em potencial a comprar seu produto, uma senhora se levanta. Com uma agilidade impressionante, ela tira de sua pochete uma nota de dois reais e chama o vendedor:&lt;br /&gt;     - Me vê um macaquinho aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O ambulante, que já saía do trem, voltou e olhou para dentro do vagão, como para ver se realmente haviam o chamado. Ao avistar a senhora, ele puxou um de seus macaquinhos, e deu corda no brinquedo para mostrar que estava funcionando. O pequeno animal de plástico passou a dar cambalhotas em sua mão, assim como havia feito no piso do trem momentos antes. A senhora se mostrou satisfeita, pegou o objeto e entregou a nota ao vendedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Sorridente, este ainda conseguiu sair do vagão e entrar no seguinte e, acredito, com a esperança de encontrar mais uma “velhinha” disposta a comprar aquilo que ele garante que “faz a alegria da criançada”. E mais um dia se passava nos trens da CPTM.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116584506343418433?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/12/trens-macaquinhos-e-alegria-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Fi)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116551196477408871</guid><pubDate>Thu, 07 Dec 2006 17:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-12-07T15:19:24.796-02:00</atom:updated><title>Fanta Uva ou oitenta</title><description>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/772091/img_fuva_embalagens.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/320/550916/img_fuva_embalagens.png" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fantauva.da.ru/"&gt;Fanta Uva&lt;/a&gt; é um refrigerante que não admite meio-termo. Não é como refri de limão ou algo do tipo: ou você adora ou você odeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou um daqueles que pertence ao imenso segundo grupo. Simplesmente abomino a existência de um refrigerante de uva, seja qual for. Acho simplesmente enjoativo, excessivamente doce, com um gosto muito apelativo. Calculo que desde de 94 eu não tinha o desprazer de tomar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tinha. Porque no meio de toda essa onda de gostar do que é ruim (vide Inimigos da HP), os adoradores de Fanta Uva começaram a sair das sombras. E fizeram algo que não devem fazer comigo: induzir a pensar. E eu tive a excelente idéia de pensar se o negócio era ruim mesmo ou se era implicância minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determinado, resolvi tirar R$1,59 do bolso e comprar uma garrafinha 600ml daquele chorume espumante. Com ela em casa, frente a mim em um banquinho, eu pensava se havia feito a coisa certa. Eu encarava, a Fanta Uva encarava de volta. Como quem encara está querendo, resolvi tomar coragem e abrir a garrafa. Pensei em virar de uma vez, mas talvez eu anestesiasse um pouco o gosto. E aquilo era plena e meramente um exercício degustativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui para a cozinha e peguei um copo. Voltei, enchi e provei. Humm... Não é horrível. Tomei mais um pouco, e não é ruim. Com meio copo provado,já  não é aquela beleza. Até um pouquinho forte. Quase no final do copo, o gosto começa a impregnar na boca, como se descesse pura água, e o gás, o açúcar e o corante ficassem todo garganta acima. Quando você termina um copo, a sensação é de sair da água à beira de um afogamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, foi impossível terminar a garrafa inteira, e eu fui obrigado a repassar parte daquilo para Antônio, que diz que não odeia, mas fez charminho, e Leco, cabra macho que nem o Jeremias, que virou aquela porcaria toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, a avaliação é ruim, e 12 anos depois, eu continuo achando Fanta Uva uma merda! Continuo pertencendo ao grupo maior. Continuo achando que o povo que gosta de refri de uva é tonto. E torço para que não tenha outra idéia dessas de jacu em 2018.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116551196477408871?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/12/fanta-uva-ou-oitenta.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116528589092163621</guid><pubDate>Tue, 05 Dec 2006 02:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-12-05T00:31:30.946-02:00</atom:updated><title>Notícia tirada de um jogo de Championship Manager</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://top.lourd.free.fr/vrai/canto1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://top.lourd.free.fr/vrai/canto1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Foi com muito pesar que os entusiastas do Manchester United se despediram de Sir. Alex Ferguson. Depois de respeitosos 16 anos no comando dos diabos vermelhos, o técnico se despediu do Old Trafford em meio a grandes comemorações. Ele alega que sua missão nos gramados está cumprida e agora vai se dedicar à família e a sua plantação de castanhas. “Não sei o que será da minha vida agora. Sir. Alex Ferguson nos deu muitas alegrias e agora ele se foi; minha vida é o Manchester!”, palavras chorosas de Ammie Mcallister, esotérica e professora de Cantos gregorianos em Bloomsbury.&lt;br /&gt;Para preencher a vaga, a diretoria dos diabos vermelhos já anunciou o português Nuno Rottemberg. Figura em seus planos a contratação de quatro jovens promessas: o sueco Kim Kallström; Jermaine Alliadiere, da seleção sub-20 francesa; o sueco Steve Fergusson, destaque Charlton na última temporada e o inglês Jean Mclen, dos rivais do Newcastle. &lt;br /&gt;O técnico português, apesar da pouca experiência, mostrou-se empenhado em aprimorar ainda mais o poder de fogo da já aguerrida equipe, que conta com nomes de peso como David Beckham, Juan Sebastian Verón, Paul Scholes* e Ryan Giggs. “Quero organizar ainda mais ainda essa casa arrumada”, comentou o novo comandante dos vermelhos em meio a uma coletiva de imprensa atribulada. Segundo alguns presentes, o ex-craque do Old Trafford, Eric Cantona, foi flagrado distribuindo chutes entre garçons por terem lhe recusado servir Champanhe Sauvignon. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Paaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuulllll Schooooooolesssss!!!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116528589092163621?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/12/notcia-tirada-de-um-jogo-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Yuri)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116504686790853775</guid><pubDate>Sat, 02 Dec 2006 08:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-12-02T06:12:41.146-02:00</atom:updated><title>Fatality</title><description>Olha o cacho de uva que dá choque, cacho de uva que dá choque..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://youtube.com/v/U9CXtycJz_g"&gt;&lt;embed src="http://youtube.com/v/U9CXtycJz_g" type="application/x-shockwave-flash" height="350" width="425"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aqui por exemplo tem, ai,ai,ai..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116504686790853775?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/12/fatality.html</link><author>noreply@blogger.com (Igor Nishikiori)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116501704273848180</guid><pubDate>Fri, 01 Dec 2006 23:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-12-01T21:50:42.753-02:00</atom:updated><title></title><description>Era mais um dia vinte e dois: aluguel para pagar. Sai com aquela bolada metida às pressas no bolso, com medo de que eu pudesse fazer a felicidade de um bandido qualquer naquele dia. Eis que me surge a brilhante idéia de parar num banco e pegar um daqueles envelopes pra melhor guardar o ordenado. No que um sentinela robotizado de quepe e e camisa azul resmunga:&lt;br /&gt;- Ei, o que você pensa que tá fazendo?&lt;br /&gt;- Pegando um envelope?&lt;br /&gt;- É, mas é proibido.&lt;br /&gt;- Proibido por quê?&lt;br /&gt;- Porque é, não tá vendo a placa não?&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- É, mas é. É propriedade particular.&lt;br /&gt;- Amigo, esses envelopes sempre sobram. Vocês iam jogar fora mesmo.&lt;br /&gt;- Sobra não.&lt;br /&gt;- A não? São 3:08h, o banco fecha às quatro e tem só um gato-pingado sacando dinheiro enquanto pelo menos uns 32 envelopes estão empilhados em silêncio.&lt;br /&gt;- Tá tirando com a minha cara?&lt;br /&gt;- Nem.&lt;br /&gt;- Vaza.&lt;br /&gt;- Ah é? Saiba que você é um tremendo filho da puta!&lt;br /&gt;Antes que ele pudesse esboçar uma reação bati em retirada correndo mais que os meus tendões. Um dia desses vi o sentinela robotizado pelas ruas. Acho que ele me reconheceu, mas deu de ombros. Estava de folga com a família. A esposa dava as ordens e ele obedecia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116501704273848180?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/12/era-mais-um-dia-vinte-e-dois-aluguel.html</link><author>noreply@blogger.com (Yuri)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116489457884332268</guid><pubDate>Thu, 30 Nov 2006 13:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-11-30T11:55:15.510-02:00</atom:updated><title>Notícia tirada de um jogo de Championship Manager</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.arsenal.com/Images/w/walcott_0607hamburg.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://www.arsenal.com/Images/w/walcott_0607hamburg.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;A vida não tem sido fácil para os "gunners". O Arsenal vem de uma sequência de jogos difícies e ininterruptos já há pelo menos duas semanas. Primeiro foi a vitória nos pênalties frente ao aguerrido Birminghan jogando em casa pela Copa da Inglaterra. Nem se passaram três dias e mal os atletas do Highbury Stadium recuperaram o fôlego, já tinham de encarar o peso do líder da Premiere League, o invicto Newcastle. O conflito ficou no 0x0, graças as ótimas defesas de Warmuz, que fechou o gol dos vermelhos. Agora o Arsenal encontra o Borussia Dortmund pela Copa dos Campões da Uefa no que promete ser um embate dificílimo, ainda mais se considerarmos a ausência de jogadores indispenséveis, como Patrick Viera, Thierry Henry, David Seaman e Denis Bergkamp, todos lesionados. Ainda sim, mesmo com dois jogos a menos que o vice-líder Blackburn, os gunners mantêm a quinta posição na tabela. O russo Vassilis Vassikoulos, que assumiu a direção da equipe no início do ano, tem agradado aos torcedores. "Vassikoulos está fazendo um bom trabalho. A somatória de boa parcela de vitórias consectuivas tem dado ao time um grande moral e esperamos usufruir desse bom estado de espírito para angariar títulos importantes", afirma sem pestanejar o torcedor Steve Mcbride, vendedor de guarda-chuvas em Westminster, Londres.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116489457884332268?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/11/notcia-tirada-de-um-jogo-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Yuri)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116485855788534662</guid><pubDate>Thu, 30 Nov 2006 03:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-11-30T01:49:17.893-02:00</atom:updated><title>Presentes para o Natal</title><description>Se você foi uma boa criança este ano, essas são algumas recomendações para a sua lista de Natal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.bigbadtoystore.com/images/products/in/large/PAL10171.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 287px; height: 216px;" src="http://www.bigbadtoystore.com/images/products/in/large/PAL10171.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bigbadtoystore.com/bbts/product.aspx?product=PAL10171&amp;mode=retail&amp;amp;picture=in"&gt;Bonecos do Adult Swim&lt;/a&gt; (comentário: pena que não tem do Space Ghost)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.brianwilson.com/content/general/doll/02.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 217px; height: 169px;" src="http://www.brianwilson.com/content/general/doll/02.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.brianwilson.com/content/general/doll/index.html"&gt;Um legítimo Brian Wilson de 1966 &lt;/a&gt;(comentário: época em que ele estava no auge da sua criatividade - e sanidade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ou&lt;a href="http://www.iwantoneofthose.com/nothing/index.html"&gt; nada&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116485855788534662?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/11/presentes-para-o-natal.html</link><author>noreply@blogger.com (Igor Nishikiori)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116481410320047917</guid><pubDate>Wed, 29 Nov 2006 15:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-11-29T13:51:44.826-02:00</atom:updated><title>Piadas com animais são sempre mais engraçadas</title><description>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VaJMRtjsCS8"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VaJMRtjsCS8" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O saudoso bulldog skatista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DeAaUy-JbcU"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/DeAaUy-JbcU" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gato estúpido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/txbu3Gx3JIo"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/txbu3Gx3JIo" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses japoneses realmente não tem o que fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WrXBYM1GUHE"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WrXBYM1GUHE" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo será dominado pelos papagaios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OVs6xfZJI0k"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/OVs6xfZJI0k" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o prêmio cult vai para Karas na balada. Um macaco de dois metros de altura em plena Tóquio "disfarçado" com um poncho peruano. Detalhe: ninguém percebe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116481410320047917?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/11/piadas-com-animais-so-sempre-mais.html</link><author>noreply@blogger.com (Yuri)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116459260089130948</guid><pubDate>Mon, 27 Nov 2006 01:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-11-26T23:57:32.506-02:00</atom:updated><title>La Vie En Rose</title><description>Mais um da série "Subversão em Quadrinhos"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.pbfcomics.com/archive/0PBF14056BC-Puppy_Wish.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 431px; height: 155px;" src="http://www.pbfcomics.com/archive/0PBF14056BC-Puppy_Wish.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirado de &lt;a href="http://www.pbfcomics.com/"&gt;The Perry Bible Fellowship&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116459260089130948?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/11/la-vie-en-rose.html</link><author>noreply@blogger.com (Igor Nishikiori)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-32548450.post-116459382926788628</guid><pubDate>Mon, 27 Nov 2006 01:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-11-27T10:01:53.970-02:00</atom:updated><title>Mário Flamejnate entrevista: Ana Moser</title><description>Ana Moser é Ana Moser, e até quem não entende de vôlei sabe de sua importância para o esporte. Com 17 anos de seleção brasileira no currículo, três Olimpíadas, uma medalha de bronze em 96, quatro finais de Grand Prix e dois títulos de Mundiais Interclubes, entre outros feitos, a ex-atacante assumiu um novo compromisso social na formação de atletas. Além de dirigir a ONG Ana Moser Sports – Voleibol Escolar, Ana também empresta um pouco de seu talento para o Circuito Sesc de Esportes, onde ministra clínicas de sua modalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/1600/854862/ent015_ana.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6873/3591/320/689488/ent015_ana.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;A iniciativa envolve diversos atletas de renome como Janeth, Hugo Hoyama, Gustavo Borges e Nelson Prudêncio, e atrai alunos das escolinhas da entidade e interessados de fora. Nesta sexta-feira, foi a vez de Ana Moser repetir o que já havia feito nas unidades Santana, Sorocaba e Campinas, e ministrou mais uma das voluntariosas clínicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Afonso Corrêa Alves, um dos organizadores, cerca de 120 pessoas comparecem às palestras, e 40 ou 50 participam das sessões práticas. “O objetivo é desmistificar o atleta, é quebrar a barreira entre o mito e o público”, explicou Afonso, na clínica ministrada na unidade Pinheiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram cerca de 45 homens e mulheres, alguns já não tão jovens, que se sentaram na quadra e ouviram atentamente à apresentação de Ana Moser, descrevendo toda sua trajetória (nunca é demais). Acompanhada de dois instrutores de seu projeto social, ela fazia algumas piadas para seus pupilos, e revelou que, em suas palavras, “o bronze em Atlanta foi o momento mais importante da carreira”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de comandar uma série de exercícios, ela criticou muito a falta de estrutura que afundou o vôlei cubano (“elas passavam meses treinando no Japão, na Europa”) e brincou com a rivalidade que existia com Regla Torres e Carbajal, já que as agressões “eram apenas verbais. Eu não sou violenta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem estava ali, pouco importava as agressões, o importante era estar perto de Ana Moser. A estudante Ana Cláudia B. dos Santos, de 26 anos, veio para acompanhar duas amigas, e só ficou de fora porque veio de calça jeans. “Ela sempre foi meu ídolo”, revelou ela, desanimada por ter que acompanhar do lado de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, Ana Moser é Ana Moser, é até quem não entende de vôlei sabe que ela pode falar como poucas pessoas sobre o vôlei brasileiro. Pouco antes de começar a clínica, ela falou com este humilde estudante caipira de jornalismo, e pôde analisar o desempenho das seleções masculina e, principalmente, feminina nos Mundiais quase simultâneos da modalidade. Ana comentou ainda a situação das atletas e do vôlei no Brasil e revelou: não gostaria de entrar na comissão técnica de José Roberto Guimarães. Pelo menos agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a entrevista abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mário Flamejante: Como jogadora da seleção até 99, como você avalia o desempenho das seleções masculina e feminina nos Mundiais de vôlei? &lt;br /&gt;Ana Moser:&lt;/b&gt; Bom, o Mundial masculino está rolando. O Brasil passou pela primeira fase, que era o certo. Agora, a grande definição vai ser na segunda fase, pra ver se fica entre os quatro. E deve ficar. É superfavorito para manter a hegemonia que tem tido nos últimos anos. O feminino quase chegou lá. Está com um grupo forte, muito bom, e que é novo, ainda tem muito a ganhar em maturidade e já está com bons resultados. Quase deu para a gente ficar em primeiro, o que seria uma coisa inédita. Elas conseguiram ter um padrão de jogo, talvez o melhor dos últimos tempos. Este trabalho tem dois anos, começou depois das Olimpíadas de Atenas. Temos que acompanhar o desenvolvimento deste grupo até o Pan-americano, onde elas devem chegar bem, e pra ver como elas vão chegar nas Olimpíadas de Pequim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MF: Com relação as Olimpíadas, a derrota no Mundial foi a segunda ‘traumática’ para a Rússia, repetindo o que havia acontecido em Atenas. Você acha que isso pode despertar uma rivalidade com as russas, a exemplo do que acontecia com Cuba na década de 90? &lt;br /&gt;Ana Moser:&lt;/b&gt; A rivalidade você tem com os melhores times. A derrota para a Rússia em Atenas não tem nada a ver com esse jogo de agora. Além de serem dois grupos diferentes, as duas seleções perderam jogando até o fim, mas neste jogo elas caíram de pé. O outro realmente foi traumático, elas demoraram um tempo para recuperar. Eu mesma fiquei um bom tempo sem conseguir ligar para o pessoal da seleção, não sabia nem o que dizer. Isso eu, que tinha ficado de fora. Imagine elas! Mas este grupo não. Temos que ver o que fazer para vencer a Rússia, que realmente é um time que está se mostrando forte. Mas também temos outros adversários: Itália, Cuba... A gente não deve levar para esse lado de trauma, nem de rivalidade excessiva. Rivalidade há, lógico. São os melhores times, e têm que estar mesmo se preocupando um com o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MF: Não se ouve mais falar em atacantes de ofício, como quando você jogava. Quem você vê como a nova Ana Moser na seleção? &lt;br /&gt;Ana Moser:&lt;/b&gt; Cada jogadora tem um estilo. Hoje, o Brasil está com boas jogadoras de extrema... Tem a (oposto) Sheilla, que joga mais pela saída, mas vem muito pelo fundo; tem também as três ponteiras: a Mari, a Jaqueline e a Paula. Quatro com a Sassá. Acho que vai ficar muito entre essas quatro jogadoras, que vão ficar se revezando, já que são jogadoras muito parecidas, e que têm um bom nível de recepção, importante para uma ponteira: poder ajudar bastante na recepção e segurar as bolas de segurança no ataque. Elas estão crescendo, estão amadurecendo. O time está muito bom. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MF: A Walewska, a Fofão e a própria Sheilla estão indo para a Itália, repetindo um fenômeno que já acontece na seleção masculina. Você acha que isso fortalece a seleção feminina? Isso pode acabar enfraquecendo a Superliga? &lt;br /&gt;Ana Moser:&lt;/b&gt; As duas coisas. Fortalece a seleção, porque elas vão jogar um campeonato muito mais forte que a Superliga, com mais equipes boas, mais jogos difíceis, e contra essas jogadoras que enfrentam na época de seleção. A própria Waleska declarou que melhorou muitíssimo o bloqueio dela jogando na Itália. Não por treinamento, mas por experiência. Enfraquece sim a Superliga, mas a culpa é da própria Superliga e do vôlei de clubes no Brasil, que têm que buscar uma reorganização para voltarem a ser atrativos. A cada ano, você vê um número menor de equipes, principalmente no feminino, o que é muito ruim. Daqui a pouco, nós vamos virar um país de seleção, sem clubes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MF: Quando a sua geração começou e acabou conquistando a medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta, o vôlei brasileiro ainda não tinha a estrutura que tem em Saquarema, RJ. Como você acha que seriam os resultados daquela geração com esse apoio que o vôlei tem hoje? &lt;br /&gt;Ana Moser:&lt;/b&gt; Acho que totalmente iguais. Não mudaria nada, porque a gente tinha estrutura de treinamento aonde a gente ia, buscava essa estrutura. Acho uma bela obra, mas não é primordial para o desenvolvimento das equipes. Lugar para treinar é o que não falta no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MF: O vôlei brasileiro tem uma deficiência de levantadoras? &lt;br /&gt;Ana Moser:&lt;/b&gt; Enquanto a Fofão jogar, não. Enquanto ela jogar, estamos bem. A Fernanda (Venturini), que parou, e ela são jogadoras acima da média. A gente fica mal-acostumado mesmo. As outras que a gente tem no Brasil são levantadoras boas, que estão na média. A diferença é muito grande. Acho que se a Fofão continuar jogando até Pequim, o time só vai continuar crescendo. Se ela parar antes, vai haver uma mudança grande. Vamos ter que reconstruir, e algumas das levantadoras que estão sendo trabalhadas como opção terão que passar por um desenvolvimento muito rápido. Mas é tudo uma questão de esquema, de como se constrói uma equipe. Você vê a equipe da Rússia: a levantadora (Marina Akulova) é fraca, e não seria titular do nosso time nem sem a Fofão. E foi campeã mundial! É tudo uma questão de montar um time dentro da realidade das peças que tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MF: O vôlei, o basquete e o handebol, por exemplo, têm um considerável suporte financeiro por parte dos órgãos federais. Por que o vôlei dá tão certo e o handebol e o basquete têm alguma dificuldade para trazer resultados favoráveis? &lt;br /&gt;Ana Moser:&lt;/b&gt; O handebol é um esporte que está em uma ascendente. Eu me lembro que, em 88, 92, o handebol não chegava nem perto de Olimpíadas. Hoje, o masculino já se classifica na América Latina, brigando com a Argentina. O feminino, eu não sei direito, mas eu sei que tem bons resultados. É diferente do basquete, que já esteve lá em cima, mas que não consegue voltar. Isso faz parte de uma estruturação de tudo, que começa pelo sistema das federações, da CBB... Daí é que começa: é essa estrutura que pode fazer um trabalho diferente. Porque jogador a gente tem. O Brasil está cheio de jogadores na Europa e na NBA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MF: Você tem um projeto social bastante desenvolvido, o Ana Moser Sports – Voleibol Escolar. Você toparia assumir o projeto de estruturação de um time, ou até o cargo de treinadora? &lt;br /&gt;Ana Moser:&lt;/b&gt; Não, não é minha prioridade agora. A grande mudança da minha vida foi me dedicar a um trabalho que envolva um número grande de pessoas. Quando eu estive na seleção (na parte técnica, entre 2003 e 2004), eu tive um impacto: você tem 24 horas por dia para cuidar de 12, 15 jogadoras. Eu posso dedicar o mesmo tempo e cuidar de três mil alunos. São atividades bem diferentes, e hoje eu estou muito ligada a uma. Seria difícil fazer as duas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MF: Nem se o Zé Roberto te chamasse para a seleção de novo? &lt;br /&gt;Ana Moser:&lt;/b&gt; Eu já estive com ele. Desde quando ele entrou, em 2003, até pouco antes do Grand Prix e das Olimpíadas (ambos em 2004). Foi quando eles começaram a viajar e eu não consegui acompanhar. Nesse ritmo, é preciso acompanhar. Não é nem questão de chamar ou não. Se houvesse interesse, eu pediria para ele. Não sei se pela técnica, mas pela amizade, ele me ajudaria (risos). Mas não é o caso. É uma questão de prioridade, e eu acho que o momento é outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Obs:&lt;/b&gt; Originalmente publicado em &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.gazetaesportiva.net/entrevista/volei/ent015.php"&gt;Gazeta Esportiva.Net&lt;/a&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32548450-116459382926788628?l=marioflamejante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://marioflamejante.blogspot.com/2006/11/mrio-flamejnate-entrevista-ana-moser.html</link><author>noreply@blogger.com (Emanuel Colombari)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item></channel></rss>